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Saiba como foi a experiência de uma mulher em uma casa de swing de Porto Alegre

Reunião swinger livre 27317

O multifacetado artista concedeu entrevista exclusiva ao AC no qual revelou detalhes de sua vida, curiosidades e carreira. Jefferson Ferreira: Na maioria das vezes, um artista começa sua história ainda como criança, seja dançando na escola, atuando em festa de família ou mesmo brincando na rua. Mas foi no ensino médio no bairro de Campo Grande, zona oeste do Rio de Janeiro, que eu tive o que seria um contato oficial com a arte sabendo o que estava fazendo. Incentivado pelo professor de História do colégio, me reuni a uns seis amigos da classe para formar um grupo com a proposta de apresentar um trabalho específico de escola, mas que mudaria a minha vida dali em diante. Como se deu esse encontro? Poder ser premiado como Melhor Bailarino em 5 festivais 3 no Rio de Janeiro e 2 em Córdoba dentre tantos talentos de diferentes modalidades e idades, foi algo que marcou a minha vida e me levou a um outro patamar artístico. JF: Sempre fui apaixonado por musicais e assistia filmes e peças do gênero frequentemente. Como surgiu essa oportunidade na sua vida?

O que excita os praticantes é a possibilidade de serem pegos. Uma delas, eu só virei o bumbum para a janela e levantei a saia, som. Logo ela abriu a jaqueta jeans, deixando à mostra um corpete de renda. Como eram 21h de uma quinta-feira, exatamente havia poucos homens parados na calçada: apenas três. Sempre consigo descolar algo. O taxista Rodrigo, por sua vez, prefere visitar o ponto de encontro aos fins de semana. Depois das 2h, aparece um pessoal restante estranho. Vem muito bêbado, diz Rodrigo.

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